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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA anunciam saída de pessoal diplomático remanescente da Venezuela

Os Estados Unidos retirarão todo seu pessoal diplomático remanescente da Venezuela nesta semana, anunciou o Departamento de Estado dos EUA na noite de segunda-feira.


Por Rich McKay | Reuters

ATLANTA, Estados Unidos - A medida vem na esteira da decisão, tomada por Washington no dia 24 de janeiro, de retirar todos os dependentes e reduzir o funcionalismo da embaixada ao mínimo no país sul-americano, tumultuado desde uma eleição presidencial questionada.

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Embaixada dos EUA na Venezuela © AFP 2018 / FEDERICO PARRA

“Esta decisão reflete a situação em deterioração na Venezuela, além da conclusão de que a presença de pessoal diplomático dos EUA na embaixada se tornou uma restrição para as diretrizes dos EUA”, disse o Departamento de Estado em comunicado.

A pasta não deu mais detalhes, nem estabeleceu uma data para a retirada dos funcionários da embaixada em Caracas.

Na segunda-feira, o Congresso da Venezuela declarou um “estado de alarme” devido a um blecaute de cinco dias que prejudicou as exportações de petróleo do país e tornou difícil para milhões de venezuelanos conseguir água e alimentos.

A Venezuela também suspendeu o funcionamento de escolas e comércios nesta terça-feira devido ao apagão, disse o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, em um pronunciamento televisivo na segunda-feira, o terceiro cancelamento do tipo desde a queda da energia da semana passada.

O blecaute aumentou a insatisfação em uma nação que já sofre com hiperinflação e crise política desde que o líder opositor Juan Guaidó assumiu o que chama de presidência interina em janeiro, depois de declarar como fraude a reeleição do presidente Nicolás Maduro em 2018.


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