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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Força Aérea dos EUA está à procura de aparelhos aéreos que imitem caças russos Su-57

O Departamento da Força Aérea dos EUA está procurando empresas para o desenvolvimento de aparelhos aéreos que simulem ''aviões inimigos'', incluindo os caças russos Su-57, informa o RT.


Sputnik

No documento da Força Aérea sobre a licitação refere-se que a necessidade de realização deste programa está relacionada com ''diversas ameaças em todo mundo'' e também com o orçamento limitado dos EUA.


Caça russo da quinta geração Su-57
Sukhoi Su-57 © Sputnik / Maksim Blinov

De acordo com a documentação publicada, a Força Aérea necessita de "um conjunto de soluções técnicas e equipamento de alvos aéreos" (inclusive equipamentos de comunicação, meios de guerra eletrônica, refletores de calor), capazes de imitar os "avançados aviões do adversário".

O documento também realça que os aparelhos que simulem os aviões russos Su-57 e os chineses J-20 e FC-31 têm que ser controlados remotamente, ser capazes de aterrissar de forma autônoma e se restabelecer após o contato com água salgada. De acordo com o requerimento, o tempo de vida útil tem que ser pelo menos de dez voos com 30 horas de voo.

''Estes aparelhos-alvo devem ser capazes de emitir sinais radio eletrônicos idênticos aos aviões (J-20, Su-57 e FC-31), suportar radares cross section (RCS na sigla em inglês) e ter assinatura de infravermelhos, necessários aos treinamentos de simulação,'' refere-se na licitação.

O Su-57 é um modelo de aviões de combate furtivos de quinta geração com capacidade de operar mísseis ar-ar, ar-terra e ar-mar. As aeronaves deverão entrar em operação na Rússia a partir de 2019.

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