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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Governo diz que projeto de previdência de militares será entregue ao Congresso na quarta

Equipe econômica do governo aguarda retorno de Bolsonaro ao Brasil para finalizar a proposta de reforma para militares. O presidente retorna dos EUA na noite de terça (17).


Por Yvna Sousa | TV Globo — Brasília

O secretário Especial de Previdência Social e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda-feira (18) que o governo deve entregar o projeto de reforma da previdência dos militaresao Congresso na tarde da próxima quarta-feira (20).

O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O secretário conversou com jornalistas após reunião com integrantes da Casa Civil, e dos ministérios da Economia e da Defesa para discutir a proposta.

De acordo com Marinho, a equipe econômica espera o presidente Jair Bolsonaro chegar da viagem aos Estados Unidos para finalizar o projeto e enviar para análise dos parlamentares.

"A ideia é que o presidente da República voltará ao país provavelmente no começo da manhã de quarta-feira. Ele já está sendo informado de todos os passos que estão sendo dados. Talvez [façamos] uma última apresentação a ele e, em seguida, estaremos no Congresso Nacional, provavelmente à tarde. A ideia é que seja à tarde", declarou.

De acordo com o governo, por causa das especificidades das carreiras militares as propostas de mudança na previdência deste grupo não foram incluídas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada ao Congresso em fevereiro que altera as regras previdenciárias para trabalhadores do setor privado e servidores públicos.

Mudanças para os militares

A proposta de reforma da previdência dos militares prevê ampliação de 30 para 35 anos o tempo de serviço na ativa. O texto aumenta de 7,5% para 10,5% a alíquota de contribuição para pensões, que também será paga pelos militares na reserva ou reforma. Os integrantes das Forças Armadas seguirão sem contribuir diretamente para a remuneração na inatividade.

Por outro lado, o texto também vai prever reestruturação nas carreiras, com reajustes salariais e a criação de adicionais à remuneração.

Rogério Marinho confirmou a previsão de que a reforma da previdência dos militares vai gerar uma economia de R$ 92,3 bilhões em 10 anos. Porém, não informou qual vai ser o impacto para os cofres públicos da reestruturação das carreiras e salários que será apresentada na quarta-feira.

Marinho avaliou ainda que o projeto de lei comprova que todos os setores da sociedade darão sua colaboração para reequilibrar as contas públicas. Ele negou que a reestruturação das carreiras dos militares dificulte a aprovação do texto pelos parlamentares.

“O Congresso que é soberano e saberá separar as coisas. Inclusive, nós temos toda a convicção de que vai prevalecer o espírito público. A nossa ideia é que haja equilíbrio fiscal, aliás, é o que nós estamos pedindo ao conjunto da sociedade, que todos contribuam. E as Forças Armadas não vão fazer diferente, também vão contribuir”, afirmou.


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