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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Guaidó: apoio da Rússia e China a Maduro é 'grande falácia'

O opositor venezuelano Juan Guaidó realizou nesta quinta-feira (14) uma reunião com líderes locais de diversos municípios de Caracas, onde ele lançou dúvidas sobre o apoio da China e Rússia ao presidente Nicolás Maduro.


Sputnik

Juan Guaidó aumentou sua retórica contra Nicolás Maduro, afirmando que Moscou e Pequim, de fato, não estão do lado do governo oficial do país, apesar de seus diplomatas afirmarem o contrário.


Opositor venezuelano, Juan Guaidó
Juan Guaidó © Sputnik

"Eles [governo de Maduro] não têm quaisquer aliados internacionais, não é verdade que a Rússia e a China estejam com eles. Isso é uma grande falácia. Ninguém está com eles", disse ele.

Guaidó acrescentou, sem entrar em detalhes, que tanto a Rússia como a China são "muito claras" sobre quais são seus interesses na Venezuela, supostamente implicando que esses países são movidos por interesses econômicos e outros para reafirmarem seu apoio a Maduro.

Moscou e Pequim, dois dos maiores credores da Venezuela, enfatizaram repetidamente que apoiam o presidente eleito e que são contra qualquer opção militar na república bolivariana em crise.

Os comentários de Guaidó, aliás, se seguiram à notícia de que ele havia proposto vender o petróleo da Venezuela a empresas privadas e obtido a aprovação dos Estados Unidos. Diz-se que ele elaborou uma legislação que daria às empresas privadas mais espaço de manobra na operação dos campos petrolíferos locais, superando as leis mais protecionistas adotadas pelo falecido Hugo Chávez.

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