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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Marinha do Brasil acena aos estaleiros com futuras encomendas após as corvetas Tamandaré

A Marinha do Brasil fixou a próxima terça-feira, 26 de março, como data do anúncio do consórcio vencedor do Programa das Corvetas Classe Tamandaré (CCT).


Por Roberto Lopes | Poder Naval

Mas a grande novidade que o Poder Naval obteve para os seus leitores não é essa.

LPD classe Makassar
LPD classe Makassar

O PN apurou que os oficiais incumbidos do contato com os estaleiros candidatos ao contrato dos quatro navios da nova série Tamandaré, informaram a esses competidores de um planejamento mais amplo da Força Naval brasileira: o de contar, até o fim da década de 2030, com um número mínimo de 12 escoltas – e, de forma ideal, a mais longo prazo, com 18 desses navios.

E o que tem isso a ver com os consórcios pré-selecionados?

É que, segundo um integrante da equipe de analistas da concorrência das CCT, apesar de não haver, no momento, promessa alguma de contratação de novas embarcações, o grupo de empresas que ganhar o Programa Tamandaré tornar-se-á, automaticamente, forte candidato a dois outros contratos.

O primeiro referente a um novo lote de escoltas (corvetas ou fragatas leves), que representará uma evolução direta da classe Tamandaré.

“Além deste possível novo lote”, esclareceu a fonte do PN, “o consórcio vencedor poderia, em um segundo momento, construir navios maiores (fragatas) que seriam desenvolvidos utilizando os conhecimentos recebidos pela atual transferência tecnológica para construção das CCT”.

Parece claro que esse segundo contrato se refere a navios de maior tonelagem – fragatas da ordem de 6.000 toneladas –, a serem fabricados no país como uma espécie de retomada do Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) – iniciativa que, cinco anos atrás, a administração Dilma Roussef, simplesmente, descontinuou.

Convém lembrar: aquela época, a proposta de fragatas que esteve mais próxima de ser aceita pela Marinha e pelo governo petista de Roussef foi a da empresa italiana Fincantieri.

De acordo com um chefe naval ouvido pelo PN, a revelação, aos competidores do Programa Tamandaré, dessas duas novas possíveis encomendas, poderá ter o efeito de levá-los a compreender que a Marinha do Brasil é, sim, um cenário de oportunidades – e que, portanto, preços mais accessíveis nas propostas para o atual conjunto de corvetas podem aumentar as chances de um faturamento maior no futuro.

O problema, claro, é um estaleiro estrangeiro acreditar nisso. E apostar parte da sua carteira de negócios na Esquadra do almirante Tamandaré.

Makassar 

O que disso se extrai é que a Marinha do Brasil poderia cruzar os anos de 2030 com uma frota constituída, entre outras unidades, por:
  • 1 navio porta-helicópteros;
  • 12 escoltas (fragatas, corvetas e navios-patrulha oceânicos entre 1.800 e 5.000 toneladas);
  • 8 ou 9 submarinos;
  • 1 navio-doca multipropósito;
  • 1 navio de Apoio Logístico (da classe britânica Wave).
Além dessas embarcações, nos próximos 15 ou 16 anos a MB precisará reconstituir o seu Esquadrão de Apoio, com novas unidades de transporte e de abastecimento, e a sua Força de Contramedidas de Minagem – que, a princípio, terá meios repartidos entre a Bahia (onde hoje já se encontra a conhecida Força de Minagem e Varredura) e a Base Naval de Itaguaí, futuro lar do Comando da Força de Submarinos.

Oficiais da reserva que se mantém informados sobre os planos da MB também aludem a uma possível encomenda, nesse período até 2035/2040, de mais um navio-doca moderno, que poderia ser um navio da classe Makassar.

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