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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

OTAN diz que responderá caso Rússia posicione mísseis perto das fronteiras da aliança

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, comentou a suspensão do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), firmado entre os EUA e a União Soviética em 1987.


Sputnik

Stoltenberg frisou que a OTAN deve "começar a planejar o mundo sem o INF". Segundo ele, a OTAN irá dar uma resposta "ponderada e coordenada" se a Rússia posicionar perto das fronteiras da aliança sistemas de mísseis móveis capazes de portar cargas nucleares.


Míssil modernizado 9М729 apresentado pelo Ministério da Defesa russo no pavilhão de exibição Patriot, nos arredores de Moscou (foto de arquivo)
Míssil russo 9M729 © Sputnik / Vladimir Astapkovich

"Posso dizer que a nossa resposta [da OTAN] será ponderada e coordenada", afirmou ele durante uma coletiva de imprensa em Varsóvia transmitida pelo serviço de vídeos da OTAN.

Stoltenberg voltou a acusar a Rússia de violar o INF e apelou para que Moscou "voltasse a cumpri-lo".

Ele acrescentou que a aliança não planeja posicionar novos mísseis nucleares de baseamento terrestre na Europa.

No dia 3 de março, o presidente russo Vladimir Putin assinou o decreto sobre a suspensão do Tratado INF por parte da Rússia, comunicou a assessoria de imprensa do Kremlin, explicando que a suspensão vai estar em vigor até que os EUA corrijam as violações do Tratado cometidas por eles ou até que o tratado seja cancelado.

Previamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que no dia 2 de fevereiro Washington daria início à saída do Tratado INF.

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