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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Paquistão posiciona mísseis chineses perto da fronteira com Índia, diz mídia

Uma série de mísseis de defesa antiaérea de médio alcance de produção chinesa foram posicionados em várias cidades e bases militares no Paquistão para prevenir possíveis ataques da Força Aérea indiana, comunicou a edição DNA citando relatos da inteligência.


Sputnik

A defesa antiaérea que foi supostamente posicionada perto da fronteira indiana, inclui cinco unidades de mísseis terra-ar LY-80 (HQ-16) e baterias de radares de vigilância IBIS-150, "capazes de seguir a trajetória e destruir uma variedade de objetivos aéreos com maior alcance voando a baixas e médias altitudes".

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LY-80 (HQ-16) | Reprodução

Além disso, o Paquistão teria posicionado drones Rainbow CH-4 e CH-5 de produção chinesa para realizar vigilância e ataques potenciais ao longo da linha de controle na Caxemira, informou a edição.

A notícia surgiu após o presidente paquistanês Arif Alvi ter acusado no sábado (23) a Índia de atitude "irresponsável" em meio à tensão bilateral existente, elogiando a resposta imediata e eficaz de Islamabad ao que ele descreveu como "agressão indiana".

"Após o ataque de Pulwama, a Índia culpou o Paquistão sem qualquer evidência. A Índia não aderiu às leis internacionais e violou o espaço aéreo do Paquistão", disse Alvi, referindo-se ao ataque de 14 de fevereiro na área da Caxemira controlada pela Índia contra um destacamento de segurança indiano por militantes islâmicos baseados no Paquistão e que custou a vida de pelo menos 40 agentes.

A seguir, o Paquistão derrubou um avião da Força Aérea da Índia (IAF) e capturou seu piloto após o combate de 27 de fevereiro entre aviões paquistaneses e indianos na região de Caxemira. O conflito também teria resultado na derrubada de um caça F-16 paquistanês.

Anteriormente nesta semana, Pequim expressou o seu apoio a Islamabad nas tensões com a Índia. O ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, sublinhou que "independentemente das alterações da situação no mundo e na região, a China irá apoiar o Paquistão na defesa da sua independência soberana, integridade territorial e dignidade".

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