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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
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"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Paquistão posiciona mísseis chineses perto da fronteira com Índia, diz mídia

Uma série de mísseis de defesa antiaérea de médio alcance de produção chinesa foram posicionados em várias cidades e bases militares no Paquistão para prevenir possíveis ataques da Força Aérea indiana, comunicou a edição DNA citando relatos da inteligência.


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A defesa antiaérea que foi supostamente posicionada perto da fronteira indiana, inclui cinco unidades de mísseis terra-ar LY-80 (HQ-16) e baterias de radares de vigilância IBIS-150, "capazes de seguir a trajetória e destruir uma variedade de objetivos aéreos com maior alcance voando a baixas e médias altitudes".

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LY-80 (HQ-16) | Reprodução

Além disso, o Paquistão teria posicionado drones Rainbow CH-4 e CH-5 de produção chinesa para realizar vigilância e ataques potenciais ao longo da linha de controle na Caxemira, informou a edição.

A notícia surgiu após o presidente paquistanês Arif Alvi ter acusado no sábado (23) a Índia de atitude "irresponsável" em meio à tensão bilateral existente, elogiando a resposta imediata e eficaz de Islamabad ao que ele descreveu como "agressão indiana".

"Após o ataque de Pulwama, a Índia culpou o Paquistão sem qualquer evidência. A Índia não aderiu às leis internacionais e violou o espaço aéreo do Paquistão", disse Alvi, referindo-se ao ataque de 14 de fevereiro na área da Caxemira controlada pela Índia contra um destacamento de segurança indiano por militantes islâmicos baseados no Paquistão e que custou a vida de pelo menos 40 agentes.

A seguir, o Paquistão derrubou um avião da Força Aérea da Índia (IAF) e capturou seu piloto após o combate de 27 de fevereiro entre aviões paquistaneses e indianos na região de Caxemira. O conflito também teria resultado na derrubada de um caça F-16 paquistanês.

Anteriormente nesta semana, Pequim expressou o seu apoio a Islamabad nas tensões com a Índia. O ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, sublinhou que "independentemente das alterações da situação no mundo e na região, a China irá apoiar o Paquistão na defesa da sua independência soberana, integridade territorial e dignidade".

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