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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.


Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Um homem anda de bicicleta em frente ao monumento da Gratidão pelos soldados do exército soviético em Varsóvia, na Polônia.
Monumento da Gratidão aos soldados soviéticos, em Varsóvia, Polônia © REUTERS / Kacper Pempel/Arquivo

Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11 de novembro, Pawel Chojecki, explicando que a petição era crucial para sufocar os "planos imperialistas da Alemanha e da Rússia".

"Hoje, Angela Merkel e Vladimir Putin estão tentando novamente implementar um plano de criação da Eurásia… Se os planos imperialistas da Rússia e da Alemanha não forem interrompidos, é possível que no futuro próximo mais soldados e civis americanos tenham que morrer para parar planos criminosos da Rússia, Alemanha e China", disse Chojecki, que também atua como pastor e apresentador de TV.

Criada em fevereiro, a petição recebeu menos de 7.000 assinaturas até o momento, e requer mais de 93.000 antes de 20 de março para receber uma resposta oficial da Casa Branca.

Exigir reparações da Rússia pela Segunda Guerra Mundial não é algo novo. Em 2017, parlamentares do partido de Lei e Justiça (PiS) da Polônia argumentaram que Varsóvia tinha o direito de exigir compensação tanto da Rússia quanto da Alemanha, uma vez que o país gastou "trilhões de zlotys" para se reconstruir a partir da Segunda Guerra Mundial.

Respondendo às demandas, o embaixador da Alemanha na Polônia disse que a questão das reparações era "política e legalmente fechada", embora Berlim tenha responsabilidade "moral" pela guerra. Os legisladores russos, por sua vez, rejeitaram as alegações de suas contrapartes polonesas, classificando-as como absurdas e lembrando-lhes que o Exército Vermelho libertou a Polônia durante a guerra, restaurando o status do país como uma nação soberana na comunidade internacional.

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