Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Poroshenko planejava trocar a Crimeia pela entrada na OTAN, diz ex-presidente da Geórgia

O ex-presidente georgiano Mikheil Saakashvili, que também serviu como governador da região de Odessa, afirmou nesta terça-feira que o presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, teria informado o político georgiano em 2014 da intenção de "trocar" a Crimeia pela OTAN e pela União Europeia (UE).


Sputnik

"Eu tive uma conversa com Poroshenko e ele me disse: 'Você quase se acostumou com a ideia de que a Ossetia do Sul e a Abkhazia nunca mais se tornarão parte da Geórgia, e devemos nos acostumar com a ideia de que a Ucrânia nunca mais terá a Crimeia também, mas vamos trocá-lo por ser membro da UE e da OTAN", revelou Saakashvili em entrevista ao jornalista ucraniano Dmitry Gordon.


Mikheil Saakashvili, governador da região de Odessa
Mikheil Saakashvili © AP Photo / Efrem Lukatsky

Enquanto isso, Saakashvili acrescentou que a Rússia reunida da Crimeia pode servir como uma razão pela qual a Ucrânia não pode entrar nos dois blocos desde que "existe um conflito territorial".

A Crimeia voltou à Rússia em março de 2014, quando 97% dos participantes de um referendo regional votaram pela reunificação. O presidente russo Vladimir Putin disse que a questão da pertença territorial da Crimeia é "historicamente fechada", já que os moradores da Crimeia decidiram se unir à Rússia de acordo com os procedimentos democráticos.

Países ocidentais criticam a reunificação, acusando a Rússia de interferência na crise interna ucraniana – o que Moscou nega –, e tal postura rendeu até mesmo sanções contra o Kremlin.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas