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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

'Presença do Daesh no Afeganistão é ameaça para segurança da Rússia', diz embaixador russo

A atividade de terroristas do Daesh (organização proibida na Rússia e em uma série de países) no Afeganistão continua a ameaçar as regiões da Rússia e países vizinhos da Ásia Central. A declaração é do representante russo na ONU, Vassily Nebenzia.


Sputnik

"Estamos seriamente preocupados com a contínua presença do Daesh no Afeganistão, apesar de alguns sucessos das forças de segurança afegãs, os terroristas continuam a fortalecer suas posições e influência no país, aumentando as fileiras graças, entre outras coisas, aos terroristas estrangeiros que lutaram na Síria e Iraque sob a bandeira do Daesh", disse Nebenzia.


Terroristas do Daesh em Tel Abyad, nordeste da Síria (foto de arquivo)
Terroristas do Estado Islâmico (Daesh) © AP Photo / Militant website

Ele acrescentou que isso "cria uma ameaça real à segurança dos países da Ásia Central e das regiões do sul da Rússia".

Anteriormente, o representante especial do Secretário Geral da ONU para o Afeganistão, Tadamichi Yamamoto, relatou que 2018 foi o "ano mais mortífero da história do conflito afegão".

No total, a Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão documentou 10.993 vítimas civis (3.804 mortos e 7.189 feridos), representando um aumento de 5% no número total de vítimas civis e um aumento de 11% nas mortes de civis em relação a 2017.

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