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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Presidente polonês: UE não está interessada em competir com OTAN

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, disse nesta quinta-feira que tudo o que a União Europeia faz em termos militares deve estar alinhado com as ações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), sem criar qualquer tipo de competição com a aliança transatlântica.


Sputnik

"É importante que a ação da UE seja complementar à ação da OTAN. É muito importante que todas essas ações, nas quais estamos envolvidos em nível da UE, sejam consistentes com as ações da Aliança do Atlântico Norte", disse Duda em coletiva de imprensa, em meio às discussões sobre a possível criação de um exército comum europeu e das celebrações do vigésimo aniversário da adesão polonesa à OTAN. 


Reprodução Twitter

"A Polônia está se tornando um centro cada vez mais importante da presença militar da OTAN e dos EUA em nossa região."

Tais discussões vêm ganhando força desde o final do ano passado, quando, em novembro, o presidente francês, Emmanuel Macron, sugeriu que a Europa precisava de uma força militar própria, independente dos Estados Unidos, para se defender. A ideia foi defendida também pela chanceler alemã, Angela Merkel, que destacou que tal exército deveria funcionar como um complemento à OTAN, mas foi criticada pelo chefe de Estado norte-americano, Donald Trump.

Recentemente, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Jens Stoltenberg, reforçou o discurso de que a estratégia de defesa da União Europeia não deve competir com a da aliança militar.

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