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Crise na Venezuela: O que se sabe sobre os aviões militares russos que chegaram ao país

A chegada de dois aviões da Força Aérea russa carregados de militares e armamentos à Venezuela, no último fim de semana, gerou uma série de especulações e reacendeu o temor de uma escalada da tensão internacional.
Guillermo D. Olmo | BBC News Mundo na Venezuela

A crise no país se agrava desde janeiro deste ano, quando o líder oposicionista Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino, acusando Nicolás Maduro de usurpar o poder por meio de eleições ilegítimas.

O cenário da Venezuela, que vem sofrendo com diversos apagões, expôs a rivalidade do país sul-americano com os Estados Unidos e seus aliados (que apoiam Guaidó); por outro lado, Rússia, Cuba e China seguem, por razões diversas, dando suporte ao governo chavista.

A presença militar russa na Venezuela foi alvo de protestos do secretário de Estado americano, Mike Pompeo - os EUA foram os primeiros a reconhecerem Guaidó como presidente interino.

Em conversa por telefone com o ministro das Relações Exteriores russo, Serguéi Lavrov, Pom…

Presidente polonês: UE não está interessada em competir com OTAN

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, disse nesta quinta-feira que tudo o que a União Europeia faz em termos militares deve estar alinhado com as ações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), sem criar qualquer tipo de competição com a aliança transatlântica.


Sputnik

"É importante que a ação da UE seja complementar à ação da OTAN. É muito importante que todas essas ações, nas quais estamos envolvidos em nível da UE, sejam consistentes com as ações da Aliança do Atlântico Norte", disse Duda em coletiva de imprensa, em meio às discussões sobre a possível criação de um exército comum europeu e das celebrações do vigésimo aniversário da adesão polonesa à OTAN. 


Reprodução Twitter

"A Polônia está se tornando um centro cada vez mais importante da presença militar da OTAN e dos EUA em nossa região."

Tais discussões vêm ganhando força desde o final do ano passado, quando, em novembro, o presidente francês, Emmanuel Macron, sugeriu que a Europa precisava de uma força militar própria, independente dos Estados Unidos, para se defender. A ideia foi defendida também pela chanceler alemã, Angela Merkel, que destacou que tal exército deveria funcionar como um complemento à OTAN, mas foi criticada pelo chefe de Estado norte-americano, Donald Trump.

Recentemente, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Jens Stoltenberg, reforçou o discurso de que a estratégia de defesa da União Europeia não deve competir com a da aliança militar.

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