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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Rússia promete resposta 'prática' às novas sanções dos EUA e do Canadá

O Canadá e os Estados Unidos impuseram novas sanções a dezenas de indivíduos e entidades da Rússia em resposta ao incidente armado no Estreito de Kerch.


Sputnik


O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou em um comunicado nesta sexta-feira que as novas sanções impostas contra a Rússia continuam no caminho prejudicial para a destruição total das relações bilaterais, ressaltando que uma resposta prática de Moscou seguirá em breve.


O edifício do Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou.
Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou © Sputnik / Vladimir Vyatkin

"Quanto à nossa resposta prática, certamente acontecerá", alerta a declaração do ministério.

"Lamentamos que nas capitais americanas e canadenses continuem seguindo um caminho desastroso em direção à completa destruição das relações bilaterais com a Rússia, que já estão em um estado muito deplorável, em função da grave russofobia que varreu Washington e Ottawa", acrescentou o ministério.

"Estão tentando novamente justificar as novas restrições pelas ações supostamente agressivas da Rússia contra a Ucrânia e a 'anexação ilegal da Crimeia', desta vez acrescentando acusações infundadas de 'uso injustificado da força' no Estreito de Kerch", afirmou o ministério, acrescentando que as sanções, não importa quantas, não trazem e não trarão os resultados desejados para os Estados Unidos e Canadá.

No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia acrescentou que não havia nada de novo ou inesperado nas decisões de Washington e Ottawa.

"A nova porção de sanções, coordenada com os aliados europeus, foi imposta hoje pelos Estados Unidos e Canadá. Não há nada de novo ou inesperado. Nos últimos anos, Washington e Ottawa, usando pretextos falsos, vêm introduzindo periodicamente medidas restritivas contra cidadãos e organizações russas. O objetivo é pressionar nosso país", concluiu o ministério.

No início do dia, o Departamento do Tesouro dos EUA impôs sanções a oito indivíduos russos e seis entidades, incluindo companhias de construção naval e energia. Da mesma forma, o Ministério de Relações Exteriores do Canadá anunciou em um comunicado de imprensa nesta sexta-feira que impôs novas sanções a mais de 100 indivíduos e 15 entidades russas em resposta ao incidente do Estreito de Kerch e à reunificação da Crimeia com a Rússia.

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