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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Síria avalia de 'arrogante' proposta de senador dos EUA sobre Golã como parte de Israel

O governo da Síria atacou o senador americano Lindsey Graham, que havia afirmado que as Colinas de Golã devem permanecer como território de Israel.


Sputnik

"Estas declarações [do senador Lindsey Graham] mostram a mentalidade arrogante da administração dos EUA, e que ela vê as questões regionais com os olhos dos sionistas de uma forma que serve aos interesses israelenses", disse a agência de notícias SANA citando um responsável oficial anônimo no Ministério das Relações Exteriores da Síria.


Esculturas de soldados israelenses ao lado de cartaz mostrando as respectivas distâncias até Damasco e Bagdá, nas Colinas de Golã anexadas a Israel, 20 de janeiro de 2019.
Militares israelenses em Golã © AFP 2018 / JALAA MAREY

O funcionário da chancelaria síria continuou afirmando que os comentários do senador mostram sua ignorância em história e geografia, bem como demonstram o desrespeito de Washington pelo direito internacional.

"Todas as resoluções das Nações Unidas — particularmente a Resolução 497 do Conselho de Segurança, adotada por unanimidade em 17 de dezembro de 1981 — confirmam o estatuto legal dos Golã sírios como território ocupado e declaram a sua anexação por Israel como nula e sem efeito", acrescentou o informador.

A resposta veio após os comentários de Graham, que disse na segunda-feira (10), durante um tour pela região disputada, ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e ao embaixador dos EUA em Israel, David Friedman, que vai pressionar os EUA para eles reconheçam formalmente as Colinas de Golã como parte de Israel.

Em fevereiro, os senadores republicanos norte-americanos Ted Cruz e Tom Cotton, juntamente com o deputado Mike Gallagher, apresentaram uma resolução para "garantir que Israel mantenha o controle das Colinas de Golã".

Em dezembro de 2018, a Assembleia Geral da ONU adotou uma resolução declarando a decisão de Israel de estender a sua legislação sobre Golã como nula e sem efeito, e instando o Estado judeu a se retirar do território.

As Colinas de Golã foram tomadas da vizinha Síria por Israel após a Guerra dos Seis Dias de 1967, mas foi em 1981 que Tel Aviv aprovou formalmente a legislação anexando a área. A decisão foi criticada pelas Nações Unidas como ilegal e os EUA também se recusaram a reconhecê-la.

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