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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Tanques de petróleo em chamas na Venezuela: ministro bolivariano culpa Estados Unidos

O ministro do Petróleo venezuelano e presidente da PDVSA, Manuel Quevedo, responsabilizou os EUA por um incêndio que ocorreu em 13 de março nas instalações da Petro San Félix, uma empresa de economia mista que opera na Faixa Petrolífera do Orinoco.


Sputnik

"Marco Rubio [senador dos EUA] ordenou mais violência na Venezuela. A direita e sua marionete Juan Guaidó reforçaram incursões terroristas contra a [empresa estatal petrolífera da Venezuela] PDVSA. Atacaram os tanques de armazenamento da Petro San Félix para afetar a produção de petróleo", escreveu Quevedo no Twitter, chamando essas ações de venda da pátria.


Reprodução

​​"​Os EUA decidiram também privar a Venezuela dos seus recursos petroleiros em troca de apoiar Juan Guaidó com violência. Os gringos não querem intercâmbio econômico, pediram os campos petroleiros em propriedade. Desrespeitam os venezuelanos", afirmou o ministro.

Anteriormente, o governo de Nicolás Maduro acusou os EUA de anunciar e comandar uma guerra elétrica contra a Venezuela. As redes elétricas venezuelanas colapsaram no dia 7 de março após acidente em Guri, hidroelétrica responsável por 80% da energia da Venezuela, como consequência de um ataque cibernético ao sistema de controle da usina.

O ministro da Comunicação e Informação da Venezuela, Jorge Rodríguez, afirmou que Washington sabia de antemão o que ia acontecer ao sistema elétrico do país sul-americano, visto que o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e o senador norte-americano, Marco Rubio, reagiram tão rapidamente ao apagão.

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