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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Teerã promete responder a ações da Marinha israelense contra vendas de petróleo iraniano

Nesta quarta-feira (13), o ministro iraniano da Defesa, Amir Hatami, afirmou que Teerã responderá firmemente se a Marinha de Israel tentar dificultar as exportações de petróleo do Irã.


Sputnik

Segundo a agência de notícias IRNA, Hatami afirmou que as ações israelenses seriam classificadas como "pirataria" se a Marinha de Israel agisse contra o país árabe.


Navio Saar 4.5 da Marinha de Israel durante treinamento no mar Mediterrâneo, 4 de abril de 2017 (imagem de arquivo)
Sa'ar 4.5 israelense © AFP 2018 / JACK GUEZ

"Naturalmente, se eles [Israel] têm essa intenção, será considerada uma violação da segurança internacional e de pirataria. O Irã tem forças para lidar com essa questão e, se for preciso, responderemos de forma dura", disse o ministro à mídia.

A declaração do ministro segue as ameaças do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que no dia 6 de março apelou à comunidade mundial para impedir o Irã de transportar petróleo para o estrangeiro, além de afirmar que Israel enviaria forças navais para combater os supostos esforços iranianos de contrabando de petróleo por via marítima, contornando as sanções dos EUA.

No entanto, o oficial israelense não especificou como a Marinha lidaria com isso, uma vez que tal se tornaria um confronto armado direto no mar.

Em meio a uma nova escalada de tensões com os EUA, após a saída americana do acordo nuclear iraniano, também conhecido como Plano Conjunto de Ação Integral (JCPOA), a Marinha iraniana tem procurado aumentar sua presença no mar.

No início deste ano, Teerã realizou exercícios no Estreito de Ormuz — uma rota estrategicamente importante para as exportações de petróleo da região, além de anteriormente ter ameaçado a bloquear esta rota marítima fundamental se Washington continuasse com as provocações e bloqueasse suas exportações de petróleo.

Israel é um dos principais aliados dos EUA no Oriente Médio e um dos principais compradores de armas e equipamento militar de Washington. As duas nações compartilham da mesma opinião em relação à questão iraniana.

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