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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Ucrânia deve pagar por perdas da Crimeia nos últimos 25 anos, diz parlamentar russo

A península da Crimeia sofreu grandes perdas econômicas por fazer parte da Ucrânia, então Kiev deveria ser obrigada a pagar uma indenização, sugeriu o porta-voz da Câmara Baixa do Parlamento russo.


Sputnik

Vyacheslav Volodin pediu aos parlamentares que estudem "o quanto a economia da Crimeia perdeu com a política desastrosa da Ucrânia".


Ponte da Crimeia
Ponte da Crimeia © Sputnik / Vitaly Timkiv

"A Ucrânia tratou a Crimeia de maneira muito injusta, violou os direitos fundamentais dos moradores da Crimeia, como os direitos linguísticos… e destruiu a economia", declarou Volodin.

Ele também disse que esses dados deveriam ser fornecidos às organizações do Parlamento Europeu, então "obrigariam a Ucrânia a pagar o que a Crimeia perdeu nesses 25 anos", aparentemente completando os 23 anos entre a dissolução da União Soviética em 1991 e a reunificação com a Rússia após o referendo de 2014. Além disso, o legislador reiterou que Kiev deve compensar danos materiais e morais.

O parlamentar russo também sugeriu investigar a possível responsabilização da União Europeia (UE) por problemas econômicos na península.

"Quanto ao dinheiro, devemos analisar o quanto a Ucrânia deve e como a União Europeia apoia sua [postura em relação à independência da Crimeia], uma parte deve ser paga pela UE", avaliou.

Volodin também lembrou que dentro de cinco anos após a reunificação com a Rússia, a Crimeia recebeu "hospitais, escolas, a ponte da Crimeia, energia [infraestrutura] que garante uma vida produtiva".

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