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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Ucrânia pede aos EUA maior presença no Mar Negro para conter ameaça russa

O Governo da Ucrânia pediu neste sábado aos Estados Unidos uma maior presença da Marinha americana no Mar Negro a fim de conter a ameaça que a Rússia representa.


EFE

Kiev - "O reforço da presença militar da Otan na região do Mar Negro pode ajudar a conter a agressão da Rússia", disse a vice-primeira-ministra ucraniana, Ivanna Klimpush-Tsintsadze, segundo informam veículos de imprensa locais.


Foto de arquivo de Petro Poroshenko, presidente ucraniano. EFE/ Sergey Dolzhenko
Foto de arquivo de Petro Poroshenko, presidente ucraniano. EFE/ Sergey Dolzhenko

A funcionária ucraniana fez esta afirmação ao receber em Kiev a assessora presidencial americana, Fionna Miller, especialista na Rússia e na Ásia Central.

Klimpush-Tsintsadze ressaltou que "a liderança dos EUA" no Mar Negro é "extremamente importante" e que Kiev espera que Washington conceda a maior das atenções à situação nos mares Negro e Azov, que banham a península da Crimeia.

Concretamente, advogou por restabelecer "urgentemente" a comissão Ucrânia-Otan em nível de ministros que a Hungria, um dos principais aliados do Kremlin na União Europeia, bloqueia há anos.

Recentemente, o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, visitou o destróier americano "Donald Cook", equipado com mísseis de cruzeiro Tomahawk, quando este atracou em Odessa, o porto ucraniano mais importante no Mar Negro.

Poroshenko se reuniu a bordo do Donald "Cook" com o enviado especial do Departamento de Estado americano para a Ucrânia, Kurt Volker, encontro que qualificou de "simbólico".

"Esta também é um importante sinal para o Kremlin: primeiro, porque a Crimeia é ucraniana; segundo, porque a liberdade de navegação na região será garantida, e terceiro, porque a associação ucraniano-americana é sólida e cooperamos de maneira efetiva em todas as esferas, incluída a militar", comentou.

Enquanto isso, Volker condenou o ataque russo contra três navios ucranianos no Estreito de Kerch e exigiu a imediata libertação de sua tripulação, em alusão aos 24 marinheiros presos em novembro no incidente naval entre a Rússia e a Ucrânia no Mar Negro.

As tensões no litoral da Crimeia dispararam em 25 de novembro, quando três navios ucranianos foram detidos pela Guarda Costeira russa por supostamente violar as águas territoriais, após o que Kiev acusou Moscou de "agressão" e declarou estado de exceção em dez regiões do país.

Em meio a uma condenação internacional unânime, o líder russo, Vladimir Putin, defendeu o uso da força contra os navios - a Guarda Costeira russa abriu fogo - e seus 24 tripulantes, que cumprirão prisão preventiva até abril.

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