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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

USAF libera relatório de acidente com o A-29 Super Tucano

Um Conselho de Investigação de Acidentes do Air Force Materiel Command da USAF identificou a causa de um acidente com o A-29 Super Tucano que matou um piloto de caça da Marinha dos EUA no verão passado no Novo México.


Poder Aéreo

WRIGHT-PATTERSON AIR FORCE BASE, Ohio — O tenente da Marinha Christopher Short, um piloto experiente do F/A-18, pilotava um A-29 operando na Base Aérea de Holloman, Novo México, em 22 de junho de 2018, quando caiu logo após o lançamento de uma bomba guiada a laser GBU-12 (de 500 libras) no Red Rio Bombing Range, parte do White Sands Missile Range. O único outro membro da tripulação, um oficial de sistemas de armas da Força Aérea, foi ejetado com ferimentos leves.


O Embraer EMB 314 Super Tucano A-29 que se acidentou durante o U.S. Air Force Light Attack Experiment (OA-X)

O Presidente da Diretoria de Investigação de Acidentes identificou a causa do acidente como o controle excessivo da aeronave, seguido por uma falha na aplicação de procedimentos de controle de recuperação adequados. Ao girar muito rapidamente em baixa velocidade após a liberação de uma bomba prática, a aeronave entrou em um mergulho espiral descontrolado.

Além disso, a causa específica da morte do piloto do acidente foi a ejeção atrasada. Após tentativas frustradas de recuperar a aeronave, a ejeção foi iniciada abaixo da altitude mínima recomendada para voo não controlado, evitando que o paraquedas inflasse totalmente.

A missão foi uma continuação de treinamento em apoio à Light Attack Experiment Phase II. O avião acidentado decolou com duas GBU-12, foguetes e munição calibre .50. De acordo com o sumário executivo, a missão prosseguiu sem intercorrências até o primeiro lançamento de armas, uma GBU-12, liberada do pilone mais externo da asa esquerda. A tripulação do acidente planejou e tentou executar um giro de 180 graus à direita depois de liberar a arma.

O Presidente da AIB também constatou, por preponderância das evidências, que a tentativa de manobra de giro de 180 graus, sem compensar a assimetria de liberação da arma em baixa velocidade, contribuiu substancialmente para o acidente.

A tripulação de dois homens estava entre 17 membros da tripulação de múltiplos serviços e comandos selecionados para participar do Light Attack Experiment Phase II, uma avaliação de capacidade de duas plataformas de ataque leve prontas para o uso, o AT-6 e o ​​A-29.

O brigadeiro-general Kenneth Bibb Jr. serviu como Presidente do Conselho de Investigação de Acidentes. O objetivo principal do conselho era investigar a causa e os fatores contribuintes do acidente e fornecer um relatório publicamente liberável dos fatos e circunstâncias que cercam o incidente.

Para baixar e ler o relatório em inglês, clique aqui.

FONTE: USAF

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