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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Venezuela está a ponto de iniciar 2ª fase dos grandiosos exercícios militares

Na quarta-feira (13), a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou que a segunda fase das manobras militares começaria ainda nesta semana.


Sputnik

De acordo com a mídia venezuelana, a segunda fase dos grandiosos exercícios militares será realizada para garantir a proteção das redes de energia elétrica e dos sistemas de abastecimento de água.


Soldados durante uma parada militar na Venezuela
© AP Photo / Ariana Cubillos

"No fim de semana que está chegando, os exercícios militares Rota de Ana Karina vão ser retomados na segunda fase", de acordo com citação da vice-presidente bolivariana na emissora estatal na quarta-feira. A primeira fase dos exercícios militares, chamada de Angostura, ocorreu em meados de fevereiro.

O anúncio surge após o blecaute, que durou quase uma semana e que foi considerado pelas autoridades venezuelanas "sabotagem" na Hidrelétrica de Guri, responsável por 80% de toda a energia fornecida à nação.

No início desta semana, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, declarou que duas pessoas foram detidas por suspeita de tentativa de danificação da rede elétrica, acrescentado que Washington foi o principal responsável pelo blecaute.

O apagão durou praticamente uma semana, de quinta-feira (7) a quarta-feira (13), tendo atingido 21 dos 23 estados do país. Muitos pontos de extração de petróleo foram afetados pela falta de energia.

Maduro responsabilizou os EUA pela guerra energética contra a Venezuela. Washington, por sua vez, negou qualquer tipo de participação.
O país sul-americano vem enfrentando grave instabilidade política.

No dia 5 de janeiro, o deputado Juan Guaidó foi eleito presidente da Assembleia Nacional, que desde 2016 não é reconhecida pelo governo de Nicolás Maduro, que tomou posse para assumir segundo mandato no dia 10 de janeiro.

Em 23 de janeiro, dois dias após o Supremo Tribunal ter anulado seu mandato, Guaidó se declarou presidente interino da Venezuela. Os EUA e outros 50 países reconheceram Guaidó como presidente interino. Por outro lado, países como a Rússia, China, Cuba, Bolívia e outros manifestaram apoio ao governo legítimo de Maduro.

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