Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Venezuelanos se reúnem em várias cidades para aguardar chegada de Guaidó

Centenas de venezuelanos começaram a se concentrar nesta segunda-feira em várias cidades do país para esperar o retorno do chefe do Parlamento, Juan Guaidó, proveniente de uma viagem pela América Latina na qual foi recebido como presidente interino da Venezuela.


EFE

Caracas - O líder da Câmara mantém em segredo como chegará ao país, já que enfrenta a possibilidade de ser preso por ter passado por cima da proibição de saída do território nacional ditada pela Justiça, que só reconhece Nicolás Maduro como líder, pela sua proclamação como presidente interino.


EFE/ Raúl Martínez
EFE/ Raúl Martínez

Por volta das 14h GMT, Guaidó divulgou um áudio no Twitter avisando que já está a "caminho de casa" e reiterando que haverá instruções caso seja detido. Ele advertiu que Maduro vai querer reprimi-lo e convocou os cidadãos a se mobilizarem.

Até o momento, nenhum órgão oficial ou dirigente da chamada revolução bolivariana se pronunciaram sobre o retorno de Guaidó, mas o seu círculo mais próximo considera que é "real" a ameaça da detenção.

O líder parlamentar afirmou ontem à noite que prendê-lo seria "golpe de Estado" diante do seus aliados internacionais, liderados pelo governo dos Estados Unidos, que têm "claras instruções", apesar de não ter revelado detalhes. A previsão é de que o líder antichavista reapareça em público em Caracas depois de visitar Colômbia, Brasil, Paraguai, Argentina e Equador.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas