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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

F-16 inúteis? Como Bulgária pode impulsionar economia dos EUA com US$ 2 bilhões

A Bulgária vai comprar dos EUA oito caças F-16V de última geração para substituir os MiG-29 soviéticos. Rumen Petkov, presidente do partido de centro-esquerda Alternativa para o Renascimento de Bulgária (ABV), sem representação parlamentar, considera que o governo búlgaro deve rever esta decisão.


Sputnik

"Ainda não há nenhuma fábrica que construa estes caças, ainda não foi construida. Além disso, neste momento a Bulgária pode fazer decolar 30 aviões. Este acordo só vai injetar US$ 2 bilhões (R$ 7,7 bilhões) na economia dos EUA, e nós não assustaremos ninguém com esses oito aviões", disse Petkov, segundo uma publicação no site do seu partido.

Caças F-16 (imagem referencial)
 F-16 Fighting Falcon © AFP 2019 / KIM JAE-HWAN

Esses US$ 2 bilhões incluem a compra dos caças, equipamentos para sua manutenção em terra, formação de pilotos e engenheiros, armas e a sua manutenção por três anos.

O líder do ABV, o 10º partido mais votado no país, disse ao canal de televisão bTV que os caças búlgaros "ainda podem garantir a segurança aérea da Bulgária por mais 10 anos". Ele também criticou o fato de o caça de última geração F-16V ter apenas um motor, e não dois. Segundo o político, "não há piloto que prefira ter por trás das costas um único motor e não dois".

Em dezembro de 2018, uma comissão de especialistas do Conselho de Ministros da Bulgária, entre os caças suecos Gripen, os italianos Eurofighter e os americanos F-16V, que lhes foram propostos, escolheu os últimos. O projeto, proposto pelo governo, previa que durante os primeiros dois anos a Bulgária receberia dois dos oito caças.

No entanto, o fabricante do F-16V, a Lockheed Martin, disse que não podia garantir as entregas nesse período. Segundo o site Fakti.bg, os aviões serão produzidos em uma nova fábrica localizada no estado americano da Carolina do Sul que, segundo a mesma mídia, ainda deverá ser construída.

A vice-presidente da empresa sueca SAAB, fabricante do Gripen, Krasimira Stoyanova, disse que não consegue entender a decisão da Bulgária. No canal bTV, ela criticou o fato de os F-16V ainda não serem fabricados.

O presidente da Bulgária, Rumen Radev, também criticou a decisão do governo, caracterizando-a como o "triunfo do lobismo". Atualmente a Força Aérea da Bulgária dispõe de aviões soviéticos MiG-21, MiG-29 e Su-25, helicópteros Mi-24 e Mi-17, aviões de transporte An-30, An-26 e An-2. Os F-16 substituiriam os caças MiG-29.

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