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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

FOTO revela protótipos de novas aeronaves chinesas para porta-aviões

A Marinha do Exército Popular de Libertação da China está se preparando para comissionar seis novos porta-aviões até meados de 2020.


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De entre os porta-aviões estão incluídos o Tipo 001, de 70.000 toneladas de deslocamento, três navios de assalto anfíbio Tipo 075, capazes de transportar helicópteros e caças de pouso vertical, além de dois grandes navios de guerra de última geração — o Tipo 002 e 003.

O avião embarcado KJ-600 baseado na plataforma AWACS da PLA, rival do E-2 Hawkeye, é o primeiro desenvolvido fora dos EUA, e está em fase final de testes, com um radar desconhecido, ele fornece alerta contra ataques, coordena ataques e guia mísseis de longo alcance disparados por caças.

Além disso, os chineses devem contar com duas novas aeronaves desenvolvidas para revolucionar as capacidades de combate dos grupos de ataque da Marinha chinesa: o caça J-15 e o avião de reconhecimento KJ-600, equipado com o sistema AWACS.

O J-15 era considerado um caça que deixava muito a desejar devido às suas capacidades restritas, entretanto, o modelo foi alvo de diversas modificações, que foram alterando esse conceito. Hoje, as novas versões da aeronave foram desenvolvidas para operar com o sistema de catapulta eletromagnética (EMALS) além de uma melhor capacidade de transportar mísseis e de um alcance três vezes maior.

Ou seja, as novas versões do J-15 devem integrar um considerável número de novas tecnologias, que podem fazer com que a aeronave tenha um desempenho de uma aeronave de geração 4++. O caça poderá transportar 12 mísseis ar-ar, ser compatível com o novo míssil PL-15 Amit e os mísseis de cruzeiro antinavio YJ-12, além de nova aviônica, sistemas de guerra eletrônica e radar AESA.

Outra aeronave que deve reforçar as forças chinesas é o avião de alerta aéreo e controle KJ-600, que fornecerá alerta de ataques inimigos, coordenará os ataques de caças chineses ou veículos de combate, além de guiar os mísseis de longo alcance.

O KJ-600 também foi projetado para decolar de porta-aviões utilizando uma catapulta eletromagnética e poderá detectar caças furtivos a maiores distâncias e provavelmente será utilizado no terceiro porta-aviões da China.

Este porta-aviões terá o sistema EMALS, o que permite lançar jatos de forma mais rápida e eficaz do que as rampas utilizadas nos dois primeiros navios chineses deste tipo.

Segundo a revista Military Watch, os programas do KJ-600 e J-15B estão em fase final de testes, e as fotos recentemente captadas mostram que a China está a ponto de se tornar uma das principais potências mundiais no que se refere ao poder naval.

Aviao Jaguar GR-1 / GR-3 - HELLER

Aviao Jaguar GR-1 / GR-3 - HELLER

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