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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Por que Su-57 russo pode vir a ser um sucesso no mercado mundial de armas?

O caça Su-57 russo ainda não faz parte das Forças Armadas russas, mas cumpriu testes com êxito em batalhas na Síria e, ao contrário do F-22 americano e do J-20 chinês, criados para serem usados só nos países fabricantes, o Su-57 foi elaborado para Força Aeroespacial da Rússia e para clientes estrangeiros.


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O Su-57 russo será o segundo caça de quinta geração a ser oferecido a clientes estrangeiros. O primeiro foi o F-35 americano, mas não dá para compará-los, pois a aeronave americana é mais leve e não é projetada para missões de superioridade aérea.

Caças russos Su-57
Sukhoi Su-57 © Sputnik / Yevgeny Biyatov

A aeronave de quinta geração norte-americana F-35 transporta a metade de mísseis ar-ar transportada por caças russos Su-57 e tem apenas um motor, o que a torna mais lenta e menos manobrável. Neste contexto, Military Watch escreve que as especificações de desempenho superior do Su-57 russo, combinadas com o baixo preço que pode se tornar ainda mais barato com o início da produção em massa, pode torná-lo muito atrativo para exportação.

Ao contrário dos EUA, que proibiram a venda de F-22 para outros países e são seletivos na hora de exportar F-35, a Rússia se mostrou disposta a vender o Su-57 a todos os clientes potenciais, ou seja, os interessados em comprar o que não podem — F-22 ou F-35, ainda contarão com a opção russa de quinta geração.

Por exemplo, os Emirados Árabes Unidos tentaram comprar F-35 americano, mas a pressão de Israel, que não quer perder a superioridade aérea, impediu o negócio. A Arábia Saudita não se mostrou interessada em comprar F-35, optando por aviões bimotores mais pesados como o F-15SA.

O Su-57 pode ser interessante para os militares sauditas por poder lhes proporcionar superioridade sobre as modernas aeronaves de combate dos países vizinhos: sobre F-35 turcos, sobre F-15QA qatarianos e até mesmo sobre os Su-30 russos, nos quais o Irã está interessado.

Deste modo, o Su-57 pode reduzir significativamente a dependência dos exércitos de diferentes países a equipamento de países ocidentais, tendo amplas perspectivas no mercado mundial.

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