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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Que benefícios obteria China da aquisição do Su-57?

Nos próximos dois anos, a China vai considerar a possibilidade de comprar caças russos de quinta geração Su-57. A Military Watch Magazine explica quais seriam os benefícios estratégicos que a China poderia obter desse acordo.


Sputnik

Como indica a edição, a Força Aérea da China já dispõe de caças de quinta geração Chengdu J-20, que estão em serviço desde 2017 e atualmente são produzidos em série. O mais novo caça russo ainda não entrou na produção em série, mas já está testando alguns sistemas de sexta geração.

Caça russo da quinta geração Su-57
Sukhoi Su-57 © Sputnik / Alexey Kudenko

Acredita-se que o J-20 é superior ao Su-57 por sua baixa visibilidade. Ao mesmo tempo, o caça russo foi construído usando tecnologias que faltam ao análogo chinês. Trata-se de motores modernos com empuxo vetorial controlado, mísseis de grande alcance e um sistema de contramedidas controladas contra meios infravermelhos, que permite "cegar" os mísseis inimigos.

Além de adquirir novas tecnologias, a compra de Su-57 poderia trazer benefícios estratégicos para a China. Se a China fizer esse pedido, é provável que isso acelere o programa de produção dos aviões russos de quinta geração, além de reduzir seu custo (devido à produção em massa), escreve a Military Watch Magazine. A aquisição do Su-57 pela China também o tornaria mais atraente para outros potenciais clientes, tais como a Índia.

O aumento do número de encomendas não só aumentaria o investimento em investigação e desenvolvimento no sector da aviação, mas também estimularia ainda mais o programa de produção do Su-57.

Isto pode levar ao desdobramento em massa dos caças russos de quinta geração até meados da década de 2020, o que obrigaria os países ocidentais a deslocar parte dos seus novíssimos aviões da região do Pacífico para a Europa, o que é do interesse da China.

Na publicação diz-se que, tendo em conta a disponibilidade da Rússia para exportar o Su-57, a aceleração do programa de produção permitiria também armar outros países com aviões de quinta geração. Acredita-se que o avião russo seja superior aos seus homólogos ocidentais, pelo que a sua aquisição por países terceiros iria criar problemas adicionais para os concorrentes da China.

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