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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Bolsonaro exalta pracinhas brasileiros que derrotaram o nazifascismo na 2ª Guerra

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro exaltou o exemplo dos militares que o país deve seguir em uma cerimônia realizada nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, em homenagem aos ex-combatentes brasileiros que contribuíram para a derrota do nazismo e do fascismo em um 8 de maio, há 74 anos, na Segunda Guerra Mundial.


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"Não tem preço estar ao lado de pessoas que, no passado, garantiram aquilo que é muito mais importante que a nossa vida, que é a nossa liberdade. Minha continência, meu respeito e minha admiração aos homens que estão ao meu lado. Nós temos sim heróis no Brasil. Estes que estão ao meu lado são os heróis de verdade da nossa pátria", declarou.

Presidente Jair Bolsonaro participou de uma cerimônia em homenagem aos ex-combatentes brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial
© Sputnik / Thiago de Araújo

O evento reuniu oficiais do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira (FAB) no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, localizado no Aterro do Flamengo, no Rio. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros da Defesa, Fernando Azevedo; da Secretaria-Geral da Presidência, Floriano Peixoto, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, além do prefeito Marcelo Crivella e do governador do estado, Wilson Witzel.

Diplomatas internacionais também estiveram presentes, como o embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Akopov, e o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini.

Segundo o presidente brasileiro, "feliz é a pátria que tem as suas Forças Armadas com compromisso de lutar a qualquer preço por sua liberdade e por sua democracia". Bolsonaro declarou ainda que o exemplo daqueles brasileiros que lutaram na Europa contra nazistas e fascistas deve ser incorporado em busca de ordem e progresso.

"Queremos sim por exemplo governar o nosso Brasil e ao lado de pessoas e patriotas, que tenham na alma as cores verde e amarela, colocar o Brasil no local de destaque que ele merece", acrescentou, sob aplausos de militares e veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que estiveram em solo europeu até 1945, quando teve fim o conflito.

Falando pelas Forças Armadas, o ministro da Defesa exaltou a trajetória dos que lutaram pela democracia na Europa, ressaltando a vocação brasileira para resolução de conflitos. Ele ainda pontuou que a postura pacífica dos militares brasileiros não deve ser confundida com inoperância.

"A marca assertiva que nossos soldados de ontem e de hoje trazem consigo: combater o bom combate e buscar a paz acima de tudo. Sim, buscamos a paz, mas nossa placidez não deve ser percebida como subserviência. Verás que um filho teu não foge à luta. O braço forte, embora muitas vezes silencioso, antecipa conflitos e garante que a paz e a estabilidade estejam sempre asseguradas, para que cada um de nós possa seguir adiante e garantir seu direito à liberdade e à democracia", comentou Azevedo.

Após o discurso de Azevedo e Bolsonaro, 300 pessoas e três instituições foram agraciadas com a Medalha da Vitória, que se destina a agraciar militares e civis nacionais, militares e civis estrangeiros, policiais e bombeiros militares, militares em instituições civis nacionais que tenham contribuído para a difusão dos feitos dos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial.

Além deles, também foram homenageados aqueles que participaram de conflitos internacionais em defesa aos interesses do país, os que integraram missões de paz, e os que prestaram relevantes serviços ou apoiaram o Ministério da Defesa no cumprimento de suas missões constitucionais.

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