Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Comandante iraniano: 'Se americanos fizerem um movimento, vamos atingi-los na cabeça'

Neste domingo (12) um comandante sênior do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã, Amirali Hajizadeh, afirmou que a presença militar dos EUA no Golfo costumava ser uma ameaça séria, mas agora é uma oportunidade.


Sputnik

Segundo a agência de notícias iraniana ISNA, Amirali Hajizadeh afirmou que, no passado, "um porta-aviões com pelo menos 40 a 50 aviões e 6000 militares era uma séria ameaça" para o Irã.

Forças Armadas do Irã no desfile militar do 37º aniversário da invasão do Iraque ao Irã em 1980
© AP Photo/ Ebrahim Noroozi

"Mas agora as ameaças se transformaram em oportunidades", adicionou chefe da divisão aeroespacial do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã. Amirali Hajizadeh declarou ainda o seguinte: "Se os americanos fizerem um movimento, vamos atingi-los na cabeça".

Ultimamente as relações entre o Irã e os EUA têm se agravado. O Irã anunciou que deixaria de observar uma série de pontos do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA na sigla em inglês) sobre o programa nuclear iraniano, quando se assinala um ano da retirada dos EUA do acordo nuclear. Por exemplo, Teerã indicou que interromperia as modificações no reator da usina nuclear de Arak, que impedem a produção de plutônio para uso militar.

Entretanto, as autoridades americanas anunciaram o envio de um grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln e de uma esquadrilha de bombardeiros para a zona do Irã, tendo descrito o destacamento como "uma mensagem clara e inequívoca ao regime iraniano de que qualquer ataque aos interesses dos EUA ou dos nossos aliados será enfrentado com uma força implacável".

Neste contesto, o presidente iraniano Hassan Rouhani disse que seu país está enfrentando uma "guerra total" devido a uma série de sanções econômicas e políticas por parte dos EUA, algo nunca visto nas últimas décadas.

Rouhani disse que as sanções dos EUA contra o setor bancário do Irã, o comércio internacional e as exportações de petróleo são ainda mais rigorosas do que aquelas que o país sofreu durante a guerra de 8 anos com o Iraque, que se seguiu à Revolução Islâmica de 1979.

Oriente medio o - Jurua

Oriente medio o - Jurua

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas