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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

General de Israel: Cisjordânia pode 'se incendiar' quando sair 'acordo do século' de Trump

O ex-chefe das Forças de Defesa de Israel (FDI), general Gadi Eisenkot, advertiu que a Cisjordânia é "sensível e volátil" e poderia "se incendiar antes, durante ou depois" da apresentação do "acordo do século" dos EUA, que está próximo de ser divulgado.


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O general apelou a Washington para que considere esta reação negativa ao desenvolver o plano de paz.

Bandeiras israelenses em frente ao território israelense de Efrat, situado na periferia sul da cidade de Belém, na Cisjordânia, 12 de abril de 2019
Cisjordânia © AFP 2019 / Thomas Coex

"A partir do momento em que este gênio for libertado da garrafa, serão precisos cinco anos para o colocar de volta", disse o ex-chefe do Estado-Maior, citando pelo site de notícias Times of Israel.

Eisenkot sugere que Washington retome sua assistência às forças de segurança da Autoridade Palestina e a ajude em sua situação econômica e infraestruturas.

A declaração do general israelense se segue ao relato do Canal 12, emitido no domingo (12), onde se fala que o "acordo do século", preparado pela administração Trump e destinado a acabar com o conflito israelo-palestino, incluirá uma disposição sobre o reconhecimento da autoridade de Tel Aviv sobre os assentamentos na Cisjordânia.

Na resolução está supostamente disposto que Israel terá permissão para estender suas leis civis a territórios que atualmente são considerados como ocupados, de acordo com o canal.

Um dos maiores supostos "vazamentos" foi publicado pelo jornal israelense Hayom, dizendo que o acordo iria propor a criação de um novo Estado chamado "Nova Palestina" na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, com uma "ponte" de 30 metros de altura ligando-as.

Já o movimento Hamas informou que não confia nos EUA como mediador no conflito após o reconhecimento de Jerusalém como a capital israelense e as Colinas de Golã sírias ocupadas como território israelense.

O conflito israelo-palestino começou com a criação do Estado judaico em 1948, e desde então várias guerras em grande escala têm ocorrido na região.

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