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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Irã torna oficial a suspensão de compromissos de acordo nuclear

A União Europeia e os ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França e Reino Unido disseram que não aceitarão ultimatos de Teerã.


Por G1

O Irã interrompeu oficialmente o cumprimento de alguns compromissos do acordo nuclear de 2015 com potências mundiais após determinação do conselho de segurança nacional iraniano, disse uma autoridade da agência de energia atômica do país à agência de notícias Isna, nesta quarta-feira.

Aiatolá Ali Khamenei em cerimônia com trabalhadores iranianos — Foto: Site do líder supremo do Irã / AFP
Aiatolá Ali Khamenei em cerimônia com trabalhadores iranianos — Foto: Site do líder supremo do Irã / AFP

O Irã notificou na semana passada os governos de Reino Unido, China, França, Alemanha e Rússia de sua decisão de suspender parte dos compromissos do acordo nuclear um ano depois de os Estados Unidos se retirarem unilateralmente do pacto e reativarem sanções contra a República Islâmica.

Conforme o acordo, Teerã tinha permissão de produzir urânio enriquecido até o limite de 300 quilos e de produzir água pesada até o limite de cerca de 130 toneladas. O Irã poderia enviar o excedente para armazenamento ou venda fora do país.

A autoridade disse que, a partir de agora, o Irã não terá limite para a produção de urânio enriquecido e água pesada.

Irã quer forçar países a não aceitar ordens dos EUA

As ações iniciais do Irã ainda não parecem violar o acordo nuclear, mas o país alertou que, a menos que as potências mundiais protejam sua economia das sanções dos EUA dentro de 60 dias, começará a enriquecer urânio em nível mais alto.

A União Europeia e os ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França e Reino Unido disseram que ainda estão comprometidos com o acordo, mas que não aceitarão ultimatos de Teerã.

O acordo também limita a 3,67% o nível de pureza em que o Irã enriquece urânio, muito menos do que os 90% necessários para armas e bem inferior aos 20% praticados pelos iranianos antes do acordo.

Na terça-feira (14), o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que Teerã não quer guerra com os EUA, apesar das tensões crescentes entre os dois arqui-inimigos decorrentes do desenvolvimento nuclear iraniano e de seu programa de mísseis.

Khamenei também disse que sua nação não negociará outro acordo nuclear com Washington.

Estados Unidos temem ataques em embaixada de país vizinho

A embaixada norte-americana em Bagdá, no Iraque, foi esvaziada. Ficaram apenas os funcionários essenciais para lidar com emergências.

Trata-se de uma movimentação para evitar possíveis ataques de forças ligadas ao Irã, vizinho do Iraque – na semana passada, o governo de Washington revelou que havia detectado ameaças de aliados iranianos a americanos na região.

Alemanha interrompe programa militar na região

O exército alemão anunciou a suspensão de suas operações de treinamento militar de iraquianos devido ao risco provocado pelas recentes tensões com o Irã na região.

O porta-voz do ministério da Defesa alemão, Jens Flosdorff, falou de "uma maior vigilância" do exército alemão no país, sem descartar a retomada dos exercícios de treinamento "nos próximos dias", se a situação permitir.

A decisão foi tomada pelo exército alemão junto com outros países que treinam militares na região.

O exército alemão conta atualmente com 160 soldados no Iraque, onde treina soldados, e também no Curdistão iraquiano, onde apoia os combatentes curdos peshmergas.

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