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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Pilotos de Super Hornet da USN falam sobre encontros com OVNIs!

Deu no New York Times e você confere todos os detalhes aqui.


Poder Aéreo

Reportagem publicada no jornal The New York Times no último domingo, 26 de maio, traz relatos de pilotos da Marinha dos EUA (USN) sobre encontros com Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) entre 2014 e 2015, durante missões de treinamento.

Super Hornet em exibição aérea – foto em caráter meramente ilustrativo

As aparições ocorreram quase diariamente, a grandes altitudes, sobre a Costa Leste dos Estados Unidos, da Virgínia à Flórida. Os objetos voadores, apesar de não exibirem motores visíveis nem sinais de exaustão de gases, chegavam a 30.000 pés de altitude (cerca de 10.000 metros) voando a velocidades hipersônicas.

“Essas coisas estavam lá fora o dia todo”, disse o tenente Ryan Graves, piloto de caça F/A-18 Super Hornet com 10 anos de serviço na Marinha dos EUA, que relatou seus avistamentos para o Pentágono e o Congresso. No final de 2014, um piloto informou uma quase colisão com um dos objetos, fazendo um relatório oficial. Alguns dos incidentes foram gravados em vídeo e, num deles, pode-se ver um objeto se deslocando sobre as ondas do mar, enquanto os pilotos se perguntam o que estão vendo: “Uau!, o que é aquilo, cara? Olha como ele voa!”

Extraterrestres? 

A reportagem informa que ninguém no Departamento de Defesa está dizendo que os objetos são extraterrestres, e especialistas enfatizam que razões naturais geralmente são descobertas para esses incidentes. Os próprios pilotos entrevistados pelo jornal não fazem assertivas sobre a origem dos objetos.

Porém, os OVNIs chamaram a atenção da USN, que no começo deste ano estabeleceu novas diretrizes, classificadas, sobre como relatá-los. Um porta-voz da Marinha, Joseph Gradisher, disse que essas diretrizes são atualizações de instruções feitas à frota em 2015. Segundo o porta-voz, “houve diversos relatos diferentes” que em alguns casos poderiam ser drones de uso comercial. Mas, sobre outros casos, ele disse: “Nós não sabemos quem está fazendo isso, não temos dados suficientes”. Por isso a intenção da mensagem à frota, segundo Gradisher, é “prover guias atualizadas sobre procedimentos de relatar intrusões suspeitas no nosso espaço aéreo.”

Novo radar 

Os cinco pilotos de Super Hornet do esquadrão VFA-11 “Red Rippers” entrevistados pelo New York Times (tenentes Ryan Graves e Danny Accoin, além de três outros que preferiram não divulgar seus nomes) disseram que os objetos começaram a ser notados após os radares originais das aeronaves, com tecnologia dos anos 1980, serem atualizados para um sistema mais avançado.

Inicialmente os pilotos do esquadrão, que treinavam na Costa Leste para um desdobramento no Golfo Pérsico como parte da Ala Aérea do porta-aviões USS Theodore Roosevelt (CVN71), ignoraram os objetos. Eles simplesmente foram interpretados como falsos contatos do radar. Mas logo se tornou difícil ignorá-los, pois começaram a aparecer tanto a 30.000 pés quanto a 20.000 pés, ao nível do mar, mostrando também que podiam acelerar, reduzir velocidade e, repentinamente, atingir velocidades hipersônicas.

No início, invisíveis 

O tenente Accoin disse ter interagido duas vezes com os OVNIs. Na primeira delas, após o contato no radar, o piloto manobrou para se aproximar, voando 1000 pés (pouco mais de 300 metros) abaixo do objeto. Accoin disse que deveria ser capaz de vê-lo com sua câmera no capacete, mas não pôde, ainda que seu radar lhe dissesse que o objeto estava lá. Alguns dias depois, em outro voo, um míssil de treinamento na aeronave travou no objeto e sua câmera infravermelha também o captou. “Eu soube que não era um falso alarme”, disse o tenente, mas ainda assim “não podia captá-lo visualmente”.

As especulações na época, entre os pilotos, era que os objetos faziam parte de algum programa secreto, e extremamente avançado, de drones.

A quase colisão com a esfera 

Mas logo os pilotos de Super Hornet começaram a ver os objetos, como aconteceu no final de 2014. O tenente Graves, após pousar na base em Virginia Beach, encontrou-se com um companheiro de esquadrão com o rosto visivelmente chocado. Ele disse a Graves que “quase colidiu com uma daquelas coisas”.

O piloto relatou que ele e seu ala voavam um à frente do outro, distanciados por cerca de 30 metros, quando algo passou voando entre eles. Graves disse que seu companheiro de esquadrão descreveu o objeto como uma esfera que encapsulava um cubo. O incidente levou à produção de um relatório de segurança de aviação.

Essa quase colisão, segundo os pilotos, convenceu-os de que os objetos não eram parte de um programa secreto de drones. Afinal, o governo saberia que pilotos de caça treinavam na área, e não mandaria drones para ficar no caminho deles.

Além dos limites humanos 

Os pilotos disseram que um vídeo mostrou os objetos acelerando para velocidade hipersônica, fazendo paradas bruscas e curvas instantâneas, o que estaria acima dos limites para uma tripulação humana. “A velocidade não te mata”, disse o tenente Graves, mas “a parada faz isso, ou a aceleração.”

Perguntados sobre o que imagina serem os objetos, os pilotos se recusaram a especular: “Estamos lá para realizar um trabalho, com excelência, não para alimentar mitos”, disse o tenente Accoin.

Discos voadores na amazonia - Editora do conhecimento

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