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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Segunda Frota dos EUA 'ressuscitada' está de volta e se focaliza no Ártico e Rússia

Dissolvida em 2011 e devolvida ao serviço no ano passado, a Segunda Frota da Marinha estadunidense já alcançou a capacidade operacional necessária e está pronta para defender os interesses nacionais dos EUA.


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A Marinha dos EUA anunciou esta semana que a Segunda Frota, dissolvida em 2011 e "ressuscitada" no ano passado, atingiu a capacidade operacional inicial e participará no próximo mês de manobras da OTAN de grande escala perto das fronteiras da Rússia.

Porta-aviões USS Nimitz Harry S. Truman
USS Harry S. Truman © AP Photo / Fabrizio Bensch/Pool

A frota, liderada pelo vice-almirante Andrew Lewis, se concentrará nas operações no oceano Atlântico, com ênfase no Atlântico Norte e nas águas da região do Ártico, cada vez mais cobiçadas pelos americanos.

"O Atlântico Norte tem algumas das rotas marítimas mais movimentadas do mundo, e com a abertura de vias navegáveis no Ártico, esse tráfego só vai crescer", declarou o vice-almirante, anunciando a prontidão operacional da frota.

"Este é um fato reconhecido tanto por nossos aliados como por nossos rivais", sublinhou, acrescentando que "é de vital importância" que a Segunda Frota "revitalize" o modo como as forças dos EUA "estão envolvidos neste cenário influente".

Contrariar a Rússia e a China

O alto militar americano também admitiu que as aspirações da China, e especialmente da Rússia, contribuíram para o renascimento da Segunda Frota, relata o USNI News, portal do Instituto Naval dos EUA. Em particular, ele apontou para o poderio submarino russo, observando que "no sector marítimo, [os russos] são operadores submarinos competentes".

Quanto às aspirações da frota no Ártico, o vice-almirante reconheceu que não há "um espaço competitivo agora", mas sublinhou que "se aproxima" esse ponto, de modo que a meta americana é poder "operar aí de forma profissional e segura".

OTAN demonstra força

Para marcar seu retorno, a Segunda Frota está programada para comandar as manobras navais Baltops previstas para o próximo mês. No total, 18 países participarão destes exercícios anuais da OTAN, que Lewis classificou como uma "demonstração de força de forma inequívoca na região do Báltico" que irá mostrar a capacidade da Aliança Atlântica para "dissuadir agressões e projetar estabilidade".

Anteriormente, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, Valery Gerasimov, apelou à OTAN para pôr termo à sua atividade perto das fronteiras russas e diminuir a tensão. Entretanto, Bruxelas, em resposta, fez referência a um documento, colocado no site da OTAN, intitulado "5 principais mitos da Rússia sobre a OTAN", em que a aliança esclarece o deslocamento de suas forças para perto das fronteiras da Rússia.

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