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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Tornam públicas 'instruções' dos EUA para enfraquecer Rússia: em que consistem?

Os EUA pretendem enfraquecer a Rússia influenciando do interior e do exterior, revelou um relatório publicado pelo think tank americano RAND.


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Os fatores externos mencionados são a criação de tensões nas antigas repúblicas soviéticas por parte de Washington, bem como a pressão sobre a Rússia na corrida armamentista. No âmbito interno, trata-se de apoiar a oposição.

Veículos militares dos EUA (imagem referencial)
CC BY 2.0 / Mike Baird / HMMWVs. Military HMMWV - Veículo de rodas multifuncional de alta mobilidade (HMMWV)

São modos de influência não violentos e dispendiosos que os EUA e seus aliados poderiam exercer em áreas econômicas, políticas e militares para "sobrecarregar e desequilibrar" a economia e as Forças Armadas da Rússia, bem como a situação política no país.

O resumo do relatório está disponível abertamente na rede. A corporação Rand é um think tank que trabalha para o Pentágono e para o Congresso e faz parte das Forças Armadas dos EUA.

Os autores do relatório sublinham que, embora a Rússia sofra muitas vulnerabilidades e ansiedades, continua sendo um país poderoso que ainda é capaz de ser um concorrente dos EUA em algumas áreas chave.

As medidas de contenção da Rússia estão divididas em seis grupos principais: econômicas, geopolíticas, ideológicas e informacionais, aeroespaciais, marítimas e terrestres.

As medidas econômicas recomendadas pela RAND incluem a imposição de sanções financeiras e comerciais ainda mais profundas, aumentar a capacidade da Europa de importar gás de fornecedores de fora da Rússia e incentivando a emigração da Rússia de mão-de-obra qualificada. Sublinha-se que esta última estratégia tem poucos custos ou riscos, mas seu efeito seria difícil de perceber, exceto após um período muito longo.

Quanto às medidas geopolíticas, a corporação adverte sobre seus altos custos e baixa eficácia. Assim, fornecer ajuda à Ucrânia é considerada uma das medidas com mais perspectivas, porque "ela exploraria o maior ponto de vulnerabilidade externa da Rússia".

Entretanto, o aumento do apoio aos rebeldes sírios poderia colocar em risco outras prioridades da política dos EUA, como a luta contra o terrorismo islâmico radical. A promoção da liberalização na Bielorrússia também não promete muito sucesso, junto com estratégias como a expansão dos laços no Cáucaso do Sul, a redução da influência russa na Ásia Central e a expulsão das tropas russas da Transnístria (ou República Moldava de Transnístria, é uma região no Leste Europeu que declarou unilateralmente sua independência em 1990).

A RAND também propõe medidas mais diretas e de caráter militar para enfraquecer a Rússia. Por exemplo, trata-se de reposicionar bombardeiros dentro do alcance de um ataque fácil de alvos estratégicos russos, o que, sem dúvidas, atrairia a atenção de Moscou e aumentaria sua ansiedade. Também propõe o envio de armas nucleares táticas adicionais para diferentes partes da Europa e Ásia, enfatizando que essas e outras medidas reforçariam a participação da Rússia na corrida armamentista que iria devastar seus recursos.

O relatório vê como a maior vulnerabilidade da Rússia a dependência de sua economia das exportações de fontes de energia e como ponto forte seu arsenal militar e seus êxitos na guerra de informação.

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