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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

EUA reconhecem mau estado da maioria dos bombardeiros pesados B-1B Lancer, escreve mídia

A maioria dos bombardeiros pesados B-1B Lancer da Força Aérea dos EUA está alegadamente em estado sério de degradação, indica a Military Watch.


Sputnik

A edição cita uma avaliação recente do Subcomitê das Forças Armadas e das Forças de Projeção da Câmara dos Deputados, segundo a qual menos de 15% da sua frota de mais de 60 bombardeiros B-1B estão atualmente capacitados para missões.

Bombardeiro estratégico dos EUA B-1 Lancer (foto de arquivo)
B-1B Lancer © AP Photo/ Força Aérea dos EUA

"Problemas com a prontidão de combate entre a frota de B-1B colocaram a capacidade geral de ataque de longo alcance da Força Aérea dos EUA 'em um risco acrescido', com um número considerável de problemas estruturais surgindo como resultado da complexidade e idade considerável da aeronave", diz a publicação.

O mais novo B-1 foi lançado há 31 anos, e estes complexos aviões estão a tornar-se mais caros de manter e sua fiabilidade deixa muito a desejar.

O Comando da Força Aérea dos EUA declarou repetidamente sua intenção de remover os Lancer do serviço, mas sem nomear prazos específicos.

Além dos defeitos, a vulnerabilidade da aeronave transportadora de mísseis aos modernos sistemas de defesa aérea é considerada uma desvantagem. Ao mesmo tempo, o B-52 permanecerá em serviço pelo menos até 2040, tanto em termos de idade como de tecnologia.

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