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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

General americano: ameaça iraniana na região do golfo Pérsico continua iminente

O chefe do Comando Central dos EUA (CENTCOM), general Kenneth McKenzie, disse acreditar que a ação militar de Washington no golfo Pérsico fez o Irã "recuar e recalcular", mas que a ameaça de Teerã continua "iminente".


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McKenzie afirmou, durante uma entrevista a repórteres em Bagdá, que não tem a certeza se os movimentos militares americanos causaram um efeito duradouro em Teerã.

Porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln ao lado de caças F-18 durante exercícios no golfo Pérsico
© AP Photo / Hassan Ammar, File

"É minha avaliação que isto fez com que os iranianos recuassem um pouco, mas não tenho a certeza de que eles estejam recuando estrategicamente […] Não acredito que a ameaça tenha diminuído. Acredito que a ameaça é muito real", declarou à agência AP, complementando que as supostas ameaças do Irã são "avançadas, iminentes e muito específicas".

Falando em uma entrevista separada à rede de notícias NBC, ele também ressalta que sente que "a ameaça é iminente".

"Eles [os iranianos] estão sempre à procura de fraquezas […] Eu diria que a ameaça provavelmente evoluiu de certas maneiras, mesmo que nossa postura defensiva tenha mudado e se tornado mais agressiva", destacou.

Segundo a publicação da AP, o general McKenzie e outros militares estão tentando equilibrar o número de forças necessárias para evitar um ataque, mostrando prontidão para responder defensivamente e destacando forças militares adicionais para a região do golfo.

"Cumulativamente, tudo isso fez com que recuassem um pouco e recalculassem o rumo que aparentemente estavam tomando", declarou McKenzie.

Essa ação poderia desencadear um conflito, ao parecer que Washington está planejando uma ofensiva, escreve a mídia.

O chefe do Estado-Maior Conjunto, general Joseph Dunford, caracterizou a ameaça como "qualitativamente" diferente das anteriores, acrescentando que foi "mais uma campanha", informou a CNN.

McKenzie, que assumiu o comando do CENTCOM pouco antes das tensões com o Irã começarem a aumentar rapidamente, foi o primeiro a solicitar o envio de tropas adicionais para a região, segundo The Hill.

Em maio, os EUA enviaram um grupo de ataque liderado por um porta-aviões, uma força-tarefa de bombardeiros e uma série de forças terrestres para a região do golfo Pérsico, se referindo a uma ameaça não revelada do Irã em meio ao aumento das tensões políticas entre Washington e Teerã.

As tensões entre Washington e Teerã aumentaram quando os EUA declararam a Guarda Revolucionária iraniana com organização terrorista, além de terem ampliado as sanções contra o comércio de petróleo iraniano. O Irã respondeu classificando o CENTCOM também como entidade terrorista.

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