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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Pentágono confirma que tentaram esconder navio com nome de rival de Trump

'USS John S. McCain' foi batizado em homenagem ao senador que faleceu em 2018. Pedido para esconder navio foi feito durante visita de Trump ao Japão.


France Presse

O chefe do Pentágono confirmou neste domingo (2) que a Casa Branca tentou esconder um navio de guerra que tem o nome do falecido senador John McCain, durante uma visita do presidente Donald Trump ao Japão.

Imagem do navio norte-americano em águas de Singapura — Foto: Ahmad Masood/Reuters
Imagem do navio norte-americano em águas de Singapura — Foto: Ahmad Masood/Reuters

Em Washington, o chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney, afirmou que o pedido provavelmente foi feito por alguém do entorno do presidente, mas que ninguém seria demitido por isso.

A imprensa americana relatou que tentaram apagar o nome do "USS John S. McCain" durante a visita de Trump a uma base americana na semana passada, algo que o secretário da Defesa, Patrick Shanahan, e o presidente negaram.

Contudo, neste domingo, Shanahan declarou que o gabinete do presidente tinha procurado a 7ª Frota americana, estabelecida no Japão, para transmitir a "ordem de que o 'USS John S. McCain' deveria ficar fora de vista".

"A diretiva não foi cumprida", relativizou Shanahan à imprensa em um avião que o levava a Seul, terceira parada em uma turnê de uma semana pela Ásia.

Shanahan afirmou se basear nas conclusões de uma investigação de seu chefe de gabinete encarregado de esclarecer o ocorrido.

"O exército estar politizado está fora de questão", garantiu.

De acordo com seu porta-voz, o coronel Joe Buccino, Shanahan encarregou seu chefe de gabinete de se queixar na Casa Branca para lembrar de deixar o exército à margem da política.

Shanahan descartou solicitar uma investigação formal do inspetor geral do Pentágono, mas disse ter telefonado para Cindy McCain, viúva do senador, morto em 25 de agosto de 2018 aos 81 anos, para falar sobre o incidente.

Este Barco é Nosso - Dicas Práticas Sobre Liderança e Cooperação do Comandante do Melhor Navio de Guerra da Marinha Americana

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