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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Protesto contra Israel reúne centenas em Berlim

Número de participantes em marcha polêmica que lembra ocupação israelense em Jerusalém fica abaixo do esperado. Já cerca de 900 manifestantes, incluindo políticos, participam de ato em apoio a Israel.


Deutsch Welle

O protesto anual contra Israel, no Dia de Al-Quds, reuniu neste sábado (01/06) cerca de 1,2 mil pessoas em Berlim. O número de manifestantes ficou abaixo dos 2 mil esperados pelos organizadores.

Jovens levavam cartazes em apoio a palestinos em protesto do Al-Quds em Berlim
Jovens levavam cartazes em apoio a palestinos em protesto do Al-Quds em Berlim

O grupo se reuniu no início da tarde no oeste da avenida Kurfürstendamm. Diversos manifestantes levavam cartazes em apoio aos palestinos, além das bandeiras palestina, iraniana e alemã. A marcha ao longo de uma das principais ruas berlinenses ocorreu sem incidentes.

Homens, mulheres e crianças participaram do polêmico protesto. Alguns manifestantes carregavam também cartazes com frases contra Israel.

Apesar de críticas de que a marcha promoveria o antissemitismo, a realização do protesto foi permitida por autoridades berlinenses. Bandeiras e símbolos do Hisbolá, slogans antissemitas e queimas de objetos, no entanto, foram proibidos.

A marcha anual do Al-Quds – nome árabe de Jerusalém – reúne diversos grupos de oposição a Israel em Berlim, desde simpatizantes de grupos islamistas como Hamas e Hisbolá até neonazistas. A data foi estabelecida em 1979 pelo líder religioso iraniano aiatolá Khomeini, em protesto ao direito autoproclamado pelos israelenses de exercer soberania sobre Jerusalém.

O objetivo da comemoração anual, que marca o fim do mês sagrado dos muçulmanos, o Ramadã, é recordar a ocupação do leste de Jerusalém por Israel, na Guerra dos Seis Dias de 1967, conclamando a comunidade islâmica internacional à "libertação" e mobilizando-a contra o Estado judaico.

Neste ano, o protesto do Al-Quds encontrou resistência. Duas marchas contrárias à manifestação e em apoio a Israel foram realizadas na cidade. Por volta do meio dia, organizado por um grupo antifacista, o primeiro protesto contra o antissemitismo e negadores do Holocausto reuniu cerca de 400 pessoas.

Na tarde, próximo a Kurfürstendamm, uma segunda manifestação chamada "Contra o Al-Quds! Berlim sem islamismo e antissemitismo" reuniu, segundo a polícia, aproximadamente 900 pessoas. Entre os participantes estavam políticos de diversos partidos, o secretário berlinense do Interior, Andreas Geisel, o embaixador israelense, Jeremy Issacharoff, e a sobrevivente do Holocausto, Margot Friedländer.

"Quando antissemitas erguem sua cabeça odiosa, a resistência é anunciada. Por isso, estamos aqui hoje", disse Petra Pau, deputada da legenda A Esquerda, durante o protesto contrário ao Al-Quds.

Os manifestantes levavam bandeiras de Israel e cartazes pedindo a convivência pacífica entre as religiões. O protesto foi organizado por uma aliança de partidos políticos e diversas organizações e iniciativas.

"Estamos ao lado dos judeus que moram aqui e ao lado de Israel", ressaltou Geisel, aos manifestantes. O secretário, que usava o quipá em solidariedade, lembrou ainda os recentes ataques antissemitas que ocorreram na cidade. "Esse espírito não tem nada o que procurar em Berlim", acrescentou. O político defende também que o Hisbolá seja classificado na Alemanha como organização terrorista.

Em 2018, o número de crimes com motivações antissemitas cresceu 20% na Alemanha. A extrema direita é a responsável pela grande maioria destes casos. Os principais delitos registrados são discursos de ódio, pichações antissemitas e exibição de símbolos proibidos como a suástica.

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